O antigo Egito sempre exerceu enorme fascinação sobre as sociedades modernas, por ter sido uma das mais ricas, exuberantes e respeitadas nações da Antigüidade. Marcada pelo extraordinário e imensurável poder dos faraós, essa complexa civilização nos deixou um enorme legado arqueológico, histórico e cultural, através de suas majestosas obras de engenharia e escultura, seus magníficos tesouros, seu conhecimento astronômico e sistema de escrita, sua hierarquizada organização social e, principalmente, sua crença religiosa. Neste contexto, já tão bem retratado pelos egiptólogos, vez ou outra, emergem relatos que revelam a história oculta de faraós que governaram um povo dócil e ingênuo, desvendando o que a própria História desconhece.
Há quatro mil anos, os egípcios não sabiam sorrir. Até que um soberano conseguiu modificar completamente esse perfil. A epopéia do faraó que amava verdadeiramente o seu povo e que, antes de ser temido e adorado como divindade, se fez amado pelos homens simples, levando-lhes novo al