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As sociedades são permanentemente desafiadas a revisitar as perguntas que fazem sobre si mesmas. À medida que a realidade se transforma, com novas formas de relações, conflitos, desigualdades e opressões, somos convidados a ampliar nossa capacidade de compreendê-la e de responder eticamente às exigências da dignidade humana.
As tradições religiosas participam desse movimento histórico. Em diferentes momentos, inspiraram emancipação, acolhimento e solidariedade; em outros, ajudaram a justificar desigualdades e a silenciar experiências humanas. Reconhecer essa condição não diminui sua importância: reafirma a necessidade de mantê-las abertas ao diálogo, à autocrítica e ao compromisso com a humanização das relações sociais.
É dessa inquietação — e da indignação, em sentido freiriano, diante das injustiças — que nasce esta obra. Inserido no horizonte de construção da Teoria Social Espírita, o livro propõe uma pergunta essencial: se a reencarnação é um dos princípios fundamentais do Espiritismo, de que maneira el
As tradições religiosas participam desse movimento histórico. Em diferentes momentos, inspiraram emancipação, acolhimento e solidariedade; em outros, ajudaram a justificar desigualdades e a silenciar experiências humanas. Reconhecer essa condição não diminui sua importância: reafirma a necessidade de mantê-las abertas ao diálogo, à autocrítica e ao compromisso com a humanização das relações sociais.
É dessa inquietação — e da indignação, em sentido freiriano, diante das injustiças — que nasce esta obra. Inserido no horizonte de construção da Teoria Social Espírita, o livro propõe uma pergunta essencial: se a reencarnação é um dos princípios fundamentais do Espiritismo, de que maneira el
9 786598 829797 |
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